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ECONOMIA

Guerra tarifária de Trump e China pode impactar economia da Bahia

Redação
16 de abril de 2025
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“President Donald J. Trump for Time Magazine in 2019” by Pari Dukovic, inkjet print, June 17, 2019 (printed 2020). National Portrait Gallery, Smithsonian Institution. Copyright 2019 Pari Dukovic. President Donald J. Trump for Time Magazine in 2019

A tensão comercial entre EUA e China ameaça setores estratégicos do estado, como petróleo, soja e indústria

A escalada da guerra tarifária entre os Estados Unidos, sob o governo de Donald Trump, e a China pode ter reflexos negativos na economia da Bahia, afetando setores como petróleo, commodities agrícolas e indústria. Especialistas alertam que o conflito comercial global pode reduzir a demanda por produtos baianos, pressionar preços e desacelerar investimentos no estado.

Impacto no Agronegócio e Commodities

A Bahia é um importante produtor de soja, algodão e café, commodities que têm a China como um dos principais destinos. Com as tarifas impostas por Trump, a China pode buscar alternativas para compensar as perdas em suas exportações para os EUA, reduzindo importações de outros países, incluindo o Brasil.

– Aurélio Pavinato, executivo da SLC Agrícola, uma das principais produtoras de grão do Brasil, destacou que o país estava “numa boa posição” para capitalizar diante da guerra tarifária.

“Com a China de olho em diversificar os fornecedores e a Europa enxergando o Brasil como uma opção estável, vemos um crescimento da demanda estrangeira e um aumento significativo de preços”, disse ele.

Além disso, o algodão baiano, que tem grande participação no mercado internacional, pode enfrentar concorrência ainda mais acirrada, caso os EUA redirecionem seus excedentes para outros mercados.

Petróleo e Indústria em Risco

A Bahia também é um polo petrolífero, com participação relevante na produção nacional. A guerra comercial entre EUA e China pode desacelerar o crescimento global, reduzindo a demanda por petróleo e derrubando os preços internacionais.

– “Uma queda prolongada no preço do barril pode desestimular investimentos em exploração e refino, afetando empresas sediadas no estado, como a Bahia Negócios de Energia”, avalia a especialista em comércio exterior Carla Moura.

Já o setor industrial, que vem se recuperando lentamente na Bahia, pode enfrentar novos obstáculos. Aumentos tarifários em insumos importados, como aço e componentes eletrônicos, podem encarecer a produção local, especialmente em segmentos como automotivo e eletroeletrônicos.

Turismo e Câmbio

A desvalorização do real frente ao dólar, agravada pela instabilidade comercial global, pode encarecer viagens internacionais para os baianos, mas também trazer mais turistas estrangeiros em busca de destinos como Salvador e Costa do Sauípe. No entanto, se a crise se aprofundar, o poder de compra de estrangeiros pode diminuir, afetando o fluxo turístico.

O Que Esperar?

Enquanto o governo federal busca acordos bilaterais para proteger a economia brasileira, a Bahia precisa diversificar seus mercados e fortalecer setores menos dependentes do comércio exterior. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, “é hora de acelerar parcerias regionais e investir em competitividade para reduzir os impactos dessa guerra comercial”.

Enquanto Trump e China não chegarem a um acordo, os efeitos dessa disputa devem continuar preocupando empresários e produtores baianos em 2025.

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