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Início » CRÍTICA | Michael: De Volta ao Topo ou Moonwalk no Lugar?
COLUNAS POP

CRÍTICA | Michael: De Volta ao Topo ou Moonwalk no Lugar?

por Lucas Campos
27 de abril de 2026
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Se tem uma coisa que Hollywood ama mais do que reboot de filme de super-herói que ninguém pediu, é uma cinebiografia musical. Depois de vermos Rami Malek interpretar Freddie Mercury e Austin Butler encarnar o Elvis, chegou a vez do desafio supremo: a vida de Michael Jackson.

Dirigido por Antoine Fuqua, o filme Michael chegou aos cinemas e a divisão foi imediata. De um lado, os críticos com suas pranchetas dando notas medianas; do outro, o público garantindo gritantes 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, e 7,7 de 10 no IMDb. Mas afinal, quem está com a razão?

Spoiler: o povão!

A Carta de Amor (e o Fim do Sensacionalismo)

O principal argumento dos críticos é que a trama é rasa, não se aprofunda na mente do astro e dá “saltos” ao longo dos seus mais de 20 anos de narrativa (o filme cobre desde 1966 até a turnê Bad, em 1988). Mas, gente, basta ler a sinopse! O filme nunca prometeu ser um documentário investigativo pesado ou um dossiê psicológico cheio de traumas.

Michael é, assumidamente, uma verdadeira “Carta de Amor” ao legado do artista. E vamos ser justos? O Michael Jackson já foi dissecado, julgado e explorado até a última gota pela mídia sensacionalista quando estava vivo, e também depois de sua partida. Nós não precisávamos de mais uma produção espremendo as polêmicas com uma lente de aumento. O astro merecia ser celebrado, e a obra entrega exatamente isso: um passe livre para celebrar a música sem culpa, num ritmo de montanha-russa que não te deixa respirar.

MICHAEL, Jaafar Jackson as Michael Jackson, 2026. ph: Glen Wilson / © Lionsgate / Courtesy Everett Collection

O “Nepotismo” que Deu Certo e o Uncanny Valley

Quando anunciaram Jaafar Jackson, sobrinho de Michael e filho de Jermaine Jackson (irmão de Michael), para o papel principal, a internet inteira gritou a temida palavra com N: “Nepotismo!”. Mas se foi, é aquele nepotismo que a gente precisa aplaudir de pé.

O detalhe mais absurdo? O garoto nunca tinha atuado num filme antes. E ele não está apenas imitando o tio; ele encarna e canaliza a energia do Michael. É como se por um momento, pudéssemos acreditar que Michael havia reencarnado.

A voz, os trejeitos, a forma como segura o chapéu… A semelhança é assustadora! Nos momentos mais introspectivos, ele entrega a vulnerabilidade de Michael perfeitamente. E quando ele lança o primeiro moonwalk ao som de Billie Jean, a semelhança bate tão forte que o “Uncanny Valley” grita. Palmas também para o garoto  Juliano Krue Valdi, que faz o Michael criança, que simplesmente carrega o primeiro ato do filme nas costas com um carisma surreal.

À esquerda Colman Domingo como Joe Jackson | À direita, Joe Jackson

O Furacão Joe Jackson (Versão “Family Friendly”)

Colman Domingo (entregando tudo, como sempre) transforma Joe Jackson, o patriarca da família, na âncora dramática da história. Ele é o grande “vilão”, mas quem conhece minimamente os bastidores da família sabe que o filme serviu um belo suco de maracujá para o personagem.

A interferência do espólio da família Jackson na produção é óbvia. O Joe que vemos na tela é uma versão bastante “amaciada” daquele que, na vida real, era temido como um general impiedoso. A mão da família na tesoura ajudou a suavizar os contornos mais sombrios da história, mas dentro da proposta de exaltar a genialidade musical de Michael, é um ajuste que o público perdoa fácil.

O Veredito: É Thriller ou Bad?

Assistir a Michael não é apenas ver um filme, é participar de um evento coletivo. A recriação impecável dos figurinos, das maquiagens e da iluminação dos shows é de um nível que vai fazer o fã de carteirinha chorar de soluçar. A energia nas salas de cinema está lembrando os surtos coletivos nas estreias de Vingadores: Ultimato, tem gente cantando, batendo palma e quase levantando da poltrona para dançar. É uma vibração tão alta que lembra até a energia de um bloco descendo a Passarela da Cultura em pleno Carnaval!

Apenas um conselho: cuidado para não tentar lançar um moonwalk na calçada saindo do cinema e ir parar direto na emergência.

Michael é grandioso, intenso e açucarado na medida certa. Pode não inovar a fórmula de Hollywood, mas cumpre a sua missão: lembrar o porquê o mundo inteiro, um dia, parou para ver um homem de luva branca dominar os palcos.

O Rei do Pop vive!

Nota: 🌟🌟🌟🌟🌟🌟🌟💫 (7,5 Luvas de Lantejoulas)


Lucas Campos é Coordenador de programação de Televisão, cantor, produtor, diretor de programas, Comentarista e Colunista do Universo de Cinema, Televisão, Música, Cultura Pop, Geek e Esportes.

Bahia Cinema Mais Bahia Michael Michael Filme Michael Jackson pop
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