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Vozes femininas ecoam no Festival Caju de Leitores

Divulgação Festival Caju de Leitores
4 de setembro de 2025
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A mesa ‘Matriarcado Literário Indígena’, mediada por Trudruá Dorrico e que contou com a presença de Lucia Tucuju, Auritha Tabajara, Vãngri Kaingang e Nitxinawã Pataxó Foto: Matriarcado Créditos: Festival Caju de Leitores

Terceiro dia do evento celebra protagonismo indígena e força da literatura

O empoderamento feminino e a valorização da oralidade marcaram o terceiro dia do Festival Caju de Leitores, realizado na Oca Tururim, Aldeia Xandó, em Porto Seguro.

A programação começou com a presença de Aline Kayapó, que encantou o público com seus Contos Indígenas. No palco Cacique Sabará, a autora compartilhou histórias de seu povo e promoveu um momento de troca de saberes com crianças e adultos.

Aline também participou da mesa Matriarcado Literário Indígena, mediada por Trudruá Macuxi, ao lado de Vãngri Kaingang, Lucia Tucuju, Auritha Tabajara e Nitxinawã Pataxó. O encontro, realizado no palco Maria Coruja, foi um dos pontos altos da programação, reunindo vozes femininas que têm transformado a literatura indígena em ferramenta de resistência e afirmação cultural.

São mães, avós, mulheres, parentas e filhas da ancestralidade falando reescrevendo suas histórias, e falando sobre a luta dos seus povos e do seu lugar de fala como autoras e empreendedoras.

“Nosso livro de história viva está dentro das nossas casas, da nossa aldeia, no nosso povo. A gente fazia essa literatura de forma diferente: no fazer da farinha, no semear, no seguir as fases da lua. Agora temos uma outra forma, escrevendo para as próximas gerações e usando a tecnologia e as novas ferramentas em defesa do nosso povo”, destacou Nitxinawã. Ao final, Auritha Tabajara entoou uma canção em homenagem ao Festival Caju de Leitores.

A paulista Milene Martins de Andrade, de 27 anos, presente na plateia, comentou que a força das mulheres indígenas é um estímulo para outras gerações. “Eu amei a forma como trouxeram as suas história e das que vieram antes delas.Traz pra gente um pouco de clareza sobre o que é essa luta dos povos indígenas, principalmente das mulheres, seus ensinamentos e essa ancestralidade. Como foi falado ontem é o levar a verdadeira história daqui pra lá. Ver essa visão dos povos, essas mulheres e as tantas frentes abertas por elas, e manter viva a memória matriarcal dos povos indígenas”, ressaltou, contando que leva como ensinamento maior, a expressão viva da história, do aprendizado dos antepassados, da continuidade dos conhecimentos e o orgulho de ser indígena, ressaltou.

A contação de histórias abriu o palco Cacique Sabará no terceito dia do Caju Foto: Aline Kayapó Créditos: Festival Caju de Leitores

Literatura em movimento

A programação literária seguiu com encontros que ampliaram o debate sobre os caminhos da cultura indígena. Na mesa Vozes (Indígenas) do Movimento Indígena, Marcos Terena, Edson Kayapó e Ahnã Pataxó compartilharam experiências e reflexões sobre os desafios e conquistas dos povos originários no campo da literatura.

O jornalista, sociólogo e poeta Sérgio Alli conduziu a mesa Da Ideia à Impressão: Caminhos da Publicação Literária, voltada para quem deseja ingressar no universo da escrita. Já a mesa Baba Alapá, mediada por Gabriela Rodella (UFSB), reuniu Trudruá Macuxi, Marcos Terena e Edson Kayapó para discutir os processos de criação e circulação de obras indígenas.

“Podemos ser tudo e ainda sermos nós. Esse é o despertar da consciência indígena. Passamos mais de 500 anos perseguidos por nossa origem e tradições, com o sistema educacional contribuindo para isso. Hoje vivemos um novo tempo, de construção e prática de novas realidades, com indígenas se coordenando e conversando de igual para igual”, afirmou Marcos Terena. “Como o Caju, outros encontros de cultura indígena são plataformas que revelam uma realidade antes invisível, promovendo conhecimento e alianças na diversidade”, completou.

Diálogo com o território

Encerrando as atividades do dia, um bate-papo com representantes do ICMBio abordou a atuação da instituição no Parque Nacional e Histórico Monte Pascoal e na Reserva Extrativista Marinha do Corumbau. O diálogo destacou a parceria com o povo Pataxó na preservação ambiental e no fortalecimento das práticas tradicionais. O 4º Festival Caju de Leitores segue até esta sexta-feira, com programação gratuita e aberta ao público. Confira os destaques no box abaixo.

O Festival Caju de Leitores é uma realização da Savá Cultural, com apoio do Ministério da Cultura e do Governo Federal. Conta com patrocínio via Lei Rouanet da Neoenergia Coelba, Instituto Neoenergia e Itaú Unibanco; e com patrocínio da Secretaria Municipal de Turismo de Porto Seguro, por meio da Superintendência de Cultura. Tem ainda parceria acadêmica da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e reúne uma rede de parceiros locais, incluindo pousadas, comércios, instituições comunitárias e escolas da região.

Programação

Palco Maria Coruja

9h: Contos Indígenas para Crianças, com Vãngri Kaigang.
11h: Medicina da Mata, com Aktxawã Pataxó.
13h30: Desfile Decolonial Piracema, de Mara Kambeba.
14h15: Mesa Nossa Pátria, Nossa Língua, com Nitxinawã Pataxó, Liça Pataxoop, Ajuru Pataxó, mediada por Thaiz Pataxó.
17h: Awê Pataxó: Encerramento.

Palco Sabará

9h: Mesa Vozes Indígenas Pataxó, com Ajuru Pataxó e Apêtxienã Pataxó.
10h30: Roda de Conversa Adoção e Proteção Animal, Educar para Cuidar, com Caraíva Proteção Animal
15h45: Sarau Poesia com Terapia, lançamento do livro + roda de conversa + oficina escrita terapêutica.

Mais informações:

Instagram: https://www.instagram.com/cajuleitores/
Site Oficial:https://www.cajuleitores.com.br/
Youtube: https://www.youtube.com/@cajuleitores
Spotify: https://bit.ly/cajuleitores

FOTOS DO EVENTO

Festival Caju de Leitores Porto Seguro Vozes femininas
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