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AGRO NOTÍCIAS

Justiça mantém investigação sobre atuação do movimento “Invasão Zero” no Sul da Bahia

20 de fevereiro de 2026
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Dida Souza, fundadora do “Invasão Zero”, explicou como age o grupo ruralista; Especialistas contestam fundamentação jurídica | Crédito: Reprodução/Twitter/Dida Souza

POR REDAÇÃO MAIS BAHIA –

A situação nas terras cacaueiras e em áreas de preservação no sul da Bahia segue sob forte tensão. O movimento Invasão Zero, liderado por Dida Souza, continua no centro de uma disputa judicial e política que divide opiniões entre produtores rurais e movimentos sociais.

De um lado, o grupo de Dida afirma atuar na “autodefesa da propriedade privada”, mobilizando fazendeiros para impedir ocupações de terra de forma imediata, muitas vezes antes mesmo de qualquer intervenção policial. Do outro, o Ministério Público e entidades de direitos humanos questionam a legalidade dessas milícias rurais e os métodos usados nos confrontos, especialmente em áreas reivindicadas por comunidades indígenas Pataxó e pequenos agricultores.

Dida afirma atuar na “autodefesa da propriedade privada”, mobilizando fazendeiros para impedir ocupações de terra de forma imediata

Os pontos de conflito em 2026:

  • judicialização: O Tribunal de Justiça da Bahia analisa denúncias de formação de organização paramilitar, enquanto o movimento alega agir dentro do exercício regular do direito.
  • impacto no agronegócio: A liderança de Dida Souza tem ganhado força política, influenciando bancadas na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), o que coloca o governo estadual em uma saia justa entre o apoio ao agro e a segurança das minorias.
  • tensão no campo: Relatos de drones e monitoramento armado em fazendas do sul do estado tornaram-se rotina, elevando o risco de novos confrontos diretos.
Dida afirma atuar na "autodefesa da propriedade privada" mobilizando fazendeiros para impedir ocupações de terra de forma imediata sul da Bahia
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