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ECONOMIA

Bancos vão excluir chaves Pix de CPFs e CNPJs irregulares na Receita

7 de março de 2025
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O Banco Central (BC) anunciou nesta quinta-feira (6/03) novas medidas para reforçar a segurança do sistema de pagamentos instantâneos Pix. A principal mudança determina a exclusão de chaves cadastradas por pessoas físicas e jurídicas que estejam em situação irregular na Receita Federal. O objetivo é dificultar a ação de fraudadores e ampliar o combate a golpes financeiros envolvendo a ferramenta.

A iniciativa faz parte de um conjunto de ações do Banco Central para aprimorar a confiabilidade do sistema e impedir que criminosos utilizem CPFs e CNPJs inativos ou com restrições para movimentar valores.

Chaves serão desativadas automaticamente

De acordo com o novo regulamento, todas as chaves Pix vinculadas a CPFs e CNPJs com status irregular na Receita Federal serão desativadas automaticamente.

A medida abrange CPFs com as seguintes classificações: “suspensa”, “cancelada”, “titular falecido” e “nula”. No caso de CNPJs, serão excluídas chaves associadas a cadastros com status “suspensa”, “inapta”, “baixada” e “nula”.

A suspensão do CPF ocorre quando há inconsistências cadastrais ou quando o titular não entrega ou preenche incorretamente a declaração do Imposto de Renda. Já o cancelamento acontece em casos de fraude, falsificação ou uso indevido do documento, situações em que a Justiça pode determinar a suspensão ou o bloqueio. O CPF é considerado nulo quando há erro grave ou fraude na emissão.

O objetivo do BC é dificultar a ação de criminosos e ampliar o combate a golpes financeiros envolvendo o Pix. Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

O mesmo critério se aplica aos CNPJs. Empresas declaradas “inaptas” ou “baixadas” não poderão mais utilizar chaves Pix, pois esses status indicam que a empresa não tem autorização para operar regularmente.

Para garantir o cumprimento das novas diretrizes, o Banco Central informou que fará um monitoramento contínuo dos registros e transações envolvendo o Pix e poderá aplicar penalidades às instituições financeiras que descumprirem as regras.

Alteração de chaves aleatórias e de e-mail está proibida

Além da exclusão de chaves associadas a CPFs e CNPJs irregulares, o Banco Central também proibiu a alteração de informações vinculadas a chaves aleatórias e a reivindicação de posse de chaves cadastradas com e-mails.

A partir de agora, usuários que quiserem modificar dados vinculados a uma chave aleatória precisarão excluí-la e cadastrar uma nova.

“Pessoas e empresas que queiram reivindicar a posse de um e-mail também não poderão mais fazê-lo. Chaves do tipo e-mail não poderão mais mudar de dono. Apenas chaves do tipo celular continuam a ter acesso a essa funcionalidade, para permitir que números de celular pré-pago, que podem mudar de titular, também possam ser transferidos quando registrados como chave Pix”, explicou o Banco Central em comunicado oficial.

Devoluções poderão ser feitas a partir de dispositivos não cadastrados

Outra mudança importante foi a flexibilização da regra que limitava a devolução de valores via dispositivos não cadastrados.

Desde novembro de 2024, transações iniciadas em dispositivos não cadastrados estavam limitadas a um valor máximo de R$ 200. A medida, criada para coibir fraudes, acabou impedindo que usuários realizassem reembolsos legítimos de boa-fé por meio desses dispositivos.

Com a nova determinação, não haverá mais limite de valor para devoluções realizadas a partir de dispositivos não cadastrados. Segundo o BC, a mudança busca corrigir distorções e garantir mais autonomia aos usuários na realização de reembolsos.

Banco Central fará um monitoramento dos registros e transações e poderá aplicar penalidades às instituições financeiras que descumprirem as regras. Foto: Bruno Peres/ABR

Regras mais rígidas reforçam segurança do Pix

Para quem já utiliza o Pix regularmente, as mudanças não devem impactar o uso cotidiano do sistema. O Banco Central enfatizou que as novas regras têm como foco a segurança e a prevenção de fraudes.

“São medidas operacionais que trazem mais exigências de segurança para os participantes, a fim de combater as fraudes no Pix. A segurança é um dos pilares fundamentais do Pix e é entendida como um processo contínuo”, destacou o BC.

Desde seu lançamento, em 2020, o Pix se consolidou como um dos principais meios de pagamento no Brasil, devido à sua agilidade e praticidade. No entanto, o crescimento da ferramenta também atraiu criminosos, que exploram brechas para aplicar golpes.

Com a implementação dessas novas regras, o Banco Central busca reduzir os riscos de que contas irregulares sejam utilizadas para atividades ilícitas.

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