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NOTÍCIAS

NOTA DE REPÚDIO AO CANAL “ARQUIVO ESTRANHO”

Por Alinne Werneck -
21 de julho de 2025
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É com absoluta indignação que venho a público repudiar veementemente o conteúdo veiculado pelo canal de YouTube intitulado “Arquivo Estranho” — nome que, aliás, lhes cai como uma luva. Estranho é pouco. O que se vê é uma verdadeira esbórnia digital onde o que deveria ser uma plataforma de comunicação responsável é transformado em depósito de ofensas, injúrias e difamações, abastecido por indivíduos de baixíssimo senso moral e claro sentimento de impunidade.

De um lado, um homem que coleciona desafetos — homens e mulheres — por condutas questionáveis do presente e do passado. Sua fala mansa, suposta educação e articulada oratória não disfarçam o que só o tempo, a justiça e a imprensa têm evidenciado: que há mais ali do que aparenta. E como explicar a frase revelada em um print enviado ao portal UOL: “Não precisava me denunciar, eu iria devolver”? Devolver o quê, se não houve apropriação? Seria isso um ato de generosidade divina ou uma confissão desastrada de um delito?

Do outro lado, uma mulher que se autointitula jornalista investigativa — rótulo que me recuso a reconhecer, visto que ao colocar meu nome em evidência de forma leviana, baseada em meras “suspeitas”, me concede total liberdade ética para desacreditar absolutamente tudo o que diz ou publica. Sua obsessão pelo meu nome, aliás, é tamanha que já se torna patológica. A pobreza de conteúdo é tamanha que o recurso à minha imagem tornou-se combustível para manter a audiência de uma plateia igualmente desinformada.

E para os que tanto questionam minha formação, esclareço: curso superior validado pelo MEC. As quatro pós-graduações concluídas e as outras duas em andamento? Também reconhecidas pelo MEC. Ser mencionada pela FENAJ e pela ABERT como exemplo de jornalista que enfrentou, sem recuar, a tirania de um político mesmo sob ameaça — isso não se compra, não se fabrica, e definitivamente não se apaga. Isso se conquista.

Foram expostos, no canal, áudios em que alguém supostamente ligado ao SINJORBA teria emitido declarações sobre meu nome e minha conduta profissional. Em contato direto com o sindicato, na data de hoje (21/07/2025), fui informada de forma categórica: nenhuma informação de sindicalizados é compartilhada sem ordem judicial. Se tal pessoa realmente existe, será identificada e responderá legalmente — tanto na esfera cível quanto penal.

Digo o mesmo à “jornalista investigativa” e ao seu comparsa não diplomado: vocês serão responsabilizados, e não apenas na justiça comum. As medidas administrativas junto ao Google já estão sendo preparadas. A exposição de áudios sem autorização, a imputação vexatória e as ilações irresponsáveis sobre minha vida profissional e pessoal são crimes. E serão cobrados como tal.

Fui chamada de “problemática” por ter recorrido ao meu sindicato após receber ameaça de morte de um agente prisional que, posteriormente, foi condenado e exonerado por sua conduta. Isso não é problema, isso é justiça sendo feita. Problemático, na verdade, é o uso da internet para espetacularizar a vida alheia com fins escusos. Faltou essa aula na sua pós em jornalismo investigativo? Ou você simplesmente não tem essa formação?

Toda e qualquer tentativa de me silenciar, de me ridicularizar, de me ferir moral e profissionalmente não passará impune. Quem me representa judicialmente não entra para perder. Já me municiei de todos os documentos e comprovações junto às instituições citadas — e às que ainda serão. Cada um dos envolvidos será formalmente citado e constará no polo passivo das ações judiciais.

Versão dos advogados:

Na qualidade de advogados representantes da jornalista Alinne Werneck, informamos publicamente que os ataques proferidos contra nossa cliente pelo canal denominado “Arquivo Estranho” não passarão sem a devida responsabilização judicial. As medidas já estão em curso.

Este não é um episódio isolado. Já apuramos que outras vítimas dos mesmos administradores obtiveram, por via judicial, a remoção de vídeos do referido canal, que foram considerados ofensivos, difamatórios e lesivos à honra. Tais precedentes judiciais fortalecem e embasam o caminho legal que está sendo adotado neste caso.

Atuaremos em conjunto, nosso escritório — com apoio técnico de peritos especializados em crimes cibernéticos, para que cada conteúdo publicado, cada palavra dita, cada comentário ofensivo e cada prática criminosa seja rigorosamente apurada, tipificada e sancionada nos termos da lei.

É inadmissível e juridicamente irresponsável que jornalistas ataquem colegas de profissão com base em achismos, desinformações ou conflitos pessoais travestidos de denúncia pública. Questionamentos sobre condutas ou supostos crimes devem ser apresentados aos órgãos competentes. Se de fato havia qualquer ilegalidade, por que não foi registrada denúncia formal nas autoridades policiais ou no Ministério Público? A resposta é clara: o objetivo não é a justiça, é o escárnio.

Já mantivemos contato com a TV Bahia — afiliada à Rede Globo —, instituição citada em meio às narrativas divulgadas, e novos desdobramentos relevantes surgirão no curso do processo. Cada elemento, cada nome, cada responsabilidade será apurada e tratada dentro dos ritos legais.

A liberdade de expressão, direito fundamental, não ampara abusos, calúnias, difamações nem práticas de exposição vexatória. A Justiça não se omite — e tampouco nos omitiremos.

Assinam esta manifestação:

Dra. Elizângela Gemaque
Advogada | Especialista em Direito Penal e Crimes Digitais
OAB [PA] [nº25630]

Dra. Paola Marcondes
Advogada |
OAB [PR] [nº85.578]

Dr. Osmar Calegari
Advogado | Direito Constitucional e Liberdades Individuais
OAB OAB/GO 49.632.

Fim da Nota.

E por fim, deixo uma única pergunta: se sou tudo aquilo que afirmam — estelionatária, farsante, embuste — por que não foram à delegacia registrar uma denúncia formal? Porque o circo midiático lhes rende mais audiência do que a verdade. Mas saibam: palhaçada tem hora para acabar. E agora o espetáculo sai do campo da desinformação e entra no campo jurídico.

Boa sorte. Vocês vão precisar.

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