O União Brasil, que se posiciona como a principal força de oposição no cenário político da Bahia, tem enfrentado desafios desde as eleições municipais de 2020. Naquele período, o partido ainda operava de forma fragmentada, com a fusão entre Democratas e PSL culminando na formação do União Brasil somente em 2022. Essa união resultou em um saldo inicial de 40 prefeituras sob sua liderança em 2020. No entanto, à medida que se aproxima o pleito de 2024, o partido se prepara para entrar na disputa comandando 32 municípios.
Resiliência e Presença Estratégica
Apesar do revés, o União Brasil se mantém resiliente, ostentando um dos maiores números de prefeitos entre os partidos da Bahia. A legenda detém o controle administrativo em cinco das dez cidades mais populosas do estado, incluindo a capital, Salvador, e municípios estratégicos como Camaçari, Teixeira de Freitas, Barreiras e Vitória da Conquista. Com uma presença marcante, o partido possui representação em mais de 350 das 417 cidades baianas e já delineou pré-candidaturas para as prefeituras em 12 das 20 maiores cidades do estado.
Otimismo e Estratégia para o Futuro
Paulo Azi, presidente estadual do União Brasil e deputado federal, compartilha uma visão otimista para as próximas eleições. Segundo ele, o partido planeja lançar aproximadamente 130 candidatos a prefeito, além de uma série de candidaturas para vice-prefeito. A expectativa é que essa estratégia amplie significativamente a influência do União Brasil, não apenas aumentando o número de prefeituras sob sua gestão, mas também expandindo a parcela da população baiana que será governada por prefeitos afiliados ao partido em 2024.
Redação do +Bahia

