Uma sociedade machista transforma os corpos femininos em objeto descartável, e o Brasil ocupando o quinto lugar no ranking mundial de violência contra a mulher pelo feminicídio que é o assassinato de cada mulher, pela perda do controle sobre elas, é um sinal de terrível.
Para combater essa epidemia assassina, em 2008 tivemos elaborada a Lei Maria da Penha. Mas não fez diminuir o feminicídio, pelo contrário diariamente assistimos o assassinato de mulheres, por mãos assassinas que um dia lhes jurou amor, mas, na verdade, nada mais era um juramento de um egoísta com sentimento assustadoramente de um cafajeste e assim, as mulheres que não aceitam se submeter a quem se julgava cercada de amor, partem para a separação e vidas são ceifadas por este ¨ amor maligno”.
Se torna urgentíssimo ao menos diminuir este alto número diário por feminicídio com leis mais rígidas saídas do papel para a sua execução. Em uma separação quem ama não mata, sofre muito, mas precisa entender que o corpo de uma mulher não é sua propriedade
O jornalista Isnard Vasconcelos leva aos leitores do Mais Bahia análises e reflexões semanais em sua coluna “RUMO À VERACIDADE”.

