Em Eunápolis, uma análise dos dados do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) revela uma situação preocupante: há mais de 30 anos, as contas públicas da cidade vem sendo aprovadas com ressalvas (14 vezes), no mais são reprovadas ( por 16 vezes ). Nos anos de 2020 e 2022 ainda não foram avaliadas, ou seja não foram julgadas.
Em recente artigo publicado no MAIS BAHIA, pela pré-candidata Marta Santos, deixou claro a sua preocupação quanto a situação das contas publicas da cidade de Eunápolis.
Segundo o artigo, esse cenário acende um sinal de alerta, pois a aprovação com ressalvas é um indicador potencial de mau uso dos recursos públicos. Diante disso, exige-se maior responsabilidade e transparência dos políticos locais.
“É preciso ligar o sinal de alerta e exigir dos nossos políticos o devido respeito com as contas públicas”, afirma Marta que também é professora de direito. Podemos e devemos de perto verificar a verdadeira responsabilidade dos políticos com a saúde financeira municipal.”esclarece Marta Santos.
De acordo com os dados do TCM-BA, as contas públicas de Eunápolis, em nenhuma vez foi aprovada integralmente, ate a data da publicação desta matéria, 11 de junho de 2024. Essa situação persiste há décadas, levantando preocupações sobre o destino dos recursos da cidade.

“Essa informação é muito preocupante. Significa que, possivelmente, os recursos públicos não estão sendo bem geridos”, alerta o artigo de Marta Santos publicado hoje. “Precisamos cobrar mais transparência e responsabilidade de nossos políticos.”disse Marta na mesma publicação.
Especialistas ouvidos pelo MAIS BAHIA, afirmam que a previsão com ressalvas das contas públicas é um indicativo de problemas na gestão financeira, podendo envolver desde irregularidades financeiras até desvio de recursos. Esta situação reforça a necessidade de uma fiscalização mais rigorosa por parte do legislativo e de um maior envolvimento da população.
“A população precisa ficar atenta e cobrar dos políticos que prestem contas de forma transparente. Só assim poderemos ter certeza de que os recursos públicos estão sendo utilizados de maneira correta”, conclui o analista político Carlos Souza.
Por Fabio Del Porto

